CAPITAL PARTNERS · PARCEIROS DE CAPITAL
A expansão das empresas chinesas no Brasil gera ativos locais de forma contínua
Esta página é para quem fornece o capital: que tipo de ativo trazemos, o que já foi feito antes de ele chegar até você e quais decisões continuam sendo suas.
De onde vêm esses ativos
Quando a operação deixa de ser exportação, a necessidade de capital muda de país
As empresas chinesas no Brasil estão saindo do modelo de exportação e representação para redes de concessionárias, armazéns, fábricas e entidades locais. Cada etapa gera uma necessidade de crédito ou um ativo local: limite de estoque para o canal, estrutura de leasing para o equipamento, locação de longo prazo para a planta, participação societária na joint venture. Essas demandas raramente chegam sozinhas ao capital brasileiro — entre a contabilidade, as garantias e a cadeia de aprovação da matriz chinesa e a linguagem de análise local existe uma camada de tradução.
Que ativos chegam até você
- Floor plan e financiamento de estoque
- Limites para a rede de concessionárias e revendas de fabricantes chineses, normalmente acompanhados de recompra ou complemento de perda pelo fabricante.
- Financiamento de equipamentos e leasing
- Crédito ao comprador ancorado no próprio equipamento e na estrutura de leasing, concentrado em automotivo, máquinas agrícolas e equipamentos industriais e de construção.
- Locações de built-to-suit e sale-leaseback
- Instalações logísticas e produtivas de uso próprio, com fluxo de caixa apoiado em locação de longo prazo; a locatária é a entidade brasileira da empresa chinesa.
- Participações e joint ventures
- Oportunidades de equity em M&A cross-border e em joint ventures estratégicas, incluindo estruturas de aporte não-caixa com tecnologia, capacidade produtiva e acesso a plataformas devidamente precificados.